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Luísa Opina

Neste blogue comentarei temas genéricos da nossa sociedade. Haverá um novo texto todas as sextas-feiras

Neste blogue comentarei temas genéricos da nossa sociedade. Haverá um novo texto todas as sextas-feiras

Luísa Opina

30
Ago25

203 - Vira o disco e toca o mesmo

Luísa

Muitos ainda se lembram, certamente, da célebre “cassete” dos líderes do PCP, estava de tal modo entranhada que nem sequer fingiam estar a dar uma resposta ou a fazer um comentário, debitavam o texto decorado a alta velocidade e num tom monocórdico de fazer adormecer qualquer um.

Pois bem, apesar de não ser exatamente a mesma coisa, há certos temas e situações que levam, inevitavelmente, a respostas automatizadas por parte de políticos, “comentadores” e quejandos. E ainda falam dos perigos da inteligência artificial! Pela minha experiência pessoal garanto-vos que a maior parte desses programas fariam bem melhor figura e seriam muito menos repetitivos.

Um dos assuntos que gera esse tipo de reação é, claro está, o dos incêndios que nos assolam repetidamente, quase sempre com início, misteriosamente, durante a madrugada e que se alastram, em muito pouco tempo, a vastas áreas, muitas delas já vítimas do mesmo em anos anteriores.

E qual é a “cassete” neste caso? Os eucaliptos! Curiosamente, parece escapar a todos esses “especialistas” que os eucaliptais pertencentes a grandes empresas não ardem. Ora perante este “detalhe” não seria de analisar as diferenças entre essas situações para daí tirar conclusões?

Bom, a primeira, é que esses eucaliptais são limpos como deve ser, ou seja, não há toneladas de mato entre as árvores. Depois, são vigiados e têm bons caminhos, ou seja, caso surja um foco de incêndio, é fácil chegar-lhe.

É muito fácil acusar as populações das zonas que ardem de não limparem os terrenos. Mas quantos deles são do Estado, que nada faz? E há quanto tempo ouvimos dizer que faz falta haver atividade produtiva nessas áreas, criação de gado – nomeadamente cabras e porcos – e outras, em vez de as transformar, à força, em reservas naturais que, por falta de meios (outra das “cassetes” usuais) não são devidamente cuidados e patrulhados?

Isto para não falar nos acessos que não existem porque poderão destruir um arbusto ou similar – sim, arder tudo é uma solução bem melhor – e das penas ridículas para os incendiários, isto quando chegam a ser condenados.

Resumindo, em vez da “cassete” dos eucaliptos que tal estudarmos a questão a sério, com verdadeiros especialistas (mas com um prazo, senão daqui a 50 anos ainda estão nisso) para que se resolva ou, no mínimo, minore esta autêntica praga anual. Pequeno pormenor, quando digo especialistas, refiro-me aos autênticos, sem palas partidárias ou enfeudamentos a teorias woke.

Outra “cassete” muito popular atualmente tem a ver com os “migrantes” – muito francamente, não lhes chamarem emigrantes já diz muito sobre o pendor ideológico de quem usa esse termo. Sempre que se protesta contra a política de portas abertas instaurada no nosso país sobretudo sob o “reinado” do Costinha, lá vem a inevitável frase: “estão a esquecer-se dos muitos portugueses que foram ilegalmente para a Europa no tempo do Salazar.”

Muito francamente, em que universo paralelo é que a situação é similar? É que esses portugueses iam à boleia, de bicicleta ou até a pé! Ao passo que os tais “migrantes”, que saem, supostamente, dos seus países porque vivem na miséria, arranjam, espantosamente, milhares de euros para chegarem à Europa – há uns cinco anos, cruzar o Mediterrâneo num bote ficava entre 7 e 10 mil euros. Alguém me explica onde arranjam o dinheiro, por meios honestos, claro está?

Mais ainda, esses portugueses que foram para a França e Alemanha eram, de facto, olhados de lado pelos habitantes locais. Mas só de início, ao fim de muito pouco tempo português passou a ser sinónimo de trabalhador esforçado e engenhoso e alguém que valia mesmo a pena contratar. Podemos dizer o mesmo dos que nos entram agora portas adentro?

Ou seja, para além de errónea, esta é uma “cassete” que insulta os muitos portugueses que foram ganhar a vida, pelo trabalho e não pela criminalidade, em outras terras e que, diga-se de passagem, contribuíram, e de que maneira, para o desenvolvimento do nosso país, não só com remessas de dinheiro mas também com ideias e projetos que implementaram quando regressaram à terra.

Finalmente, a mais do que gasta “cassete” acima citada, a falta de meios, usada para tudo e mais alguma coisa. Atrasos na Justiça? Não há meios. Temos Urgências fechadas, listas de espera enormes no SNS? Pois, falta de meios. Ou seja, qualquer que seja a área de atividade ou o problema, a não resolução deve-se sempre ao mesmo, a já lendária “falta de meios”.

Para além do pequeno detalhe de que parece que temos uma pontaria exímia para escolher os meios errados – por exemplo, nos meios aéreos de combate a incêndios – será mesmo verdade ser essa a razão das coisas não funcionarem ou funcionarem mal?

A suposta falta de médicos, por exemplo. Portugal é o segundo país da UE com mais médicos por 100 mil habitantes (562), sendo batido apenas pela Grécia (629) – a média europeia é 405 (valores do Eurostat). O mesmo se passa com o número de polícias, em que somos o quarto da UE com 451 por 100 mil habitantes – média europeia, 318.

Ou seja, se calhar o problema não está na falta de meios mas, muito simplesmente, em não sabermos utilizá-los de um modo eficaz e eficiente. Por exemplo, quantos polícias estão a exercer funções que nada têm a ver com a sua profissão (motoristas, escriturários, etc.)? Isto para não falar na Polícia Municipal que, na “douta” opinião do Ministério Público, está restrita a passar multas apesar de os seus membros serem polícias a sério.

Enfim, está na altura de pormos de lado estas e outras “cassetes” e começar a olhar para os muitos problemas que afligem o nosso país não à luz de ideologias ou de interesses partidários mas com a vontade firme de os resolver, doa a quem doer.

Para a semana: Falemos de educação. Perante alguns comentários e notícias que li recentemente, é altura de voltar ao assunto.

23
Ago25

202 - O país do tudo ou nada

Luísa

Uma das (muitas) coisas que sempre me intrigaram em Portugal é esta nossa mania de não aceitar, pelo menos oficialmente, coisas a meia haste. Ou seja, se uma obra, um projeto, são complicados e dispendiosos, nem pensar em começar por uma versão básica que se vai melhorando aos poucos. Nunca, mas mesmo nunca, se devem aceitar soluções do tipo “do mal o menos”.

Vamos a uns exemplos, começando pelos inevitáveis incêndios de verão que, curiosamente, são sempre tratados como novidade em vez da praga anual que realmente são.

Sei que, pelo menos este ano, houve corporações de bombeiros citadinos, de zonas bem afastadas dos incêndios, que se ofereceram para ir ajudar. E foram logo recusados com o argumento de que “não sabem combater incêndios florestais”. Ou seja, numa situação, ou antes, em inúmeras situações em que havia uma notória falta de meios humanos, recusa-se a ajuda de profissionais porque não são... os certos.

Curiosamente, tivemos – não sei se ainda cá estão – bombeiros de um dos países bálticos que vieram precisamente porque não estavam familiarizados com este tipo de florestas e queriam alargar as suas competências.

Temos, também, os nossos militares, que só muito raramente são chamados a ajudar. Sim, não são bombeiros, mas há, certamente, inúmeras situações em que seriam um elemento importantíssimo para libertar os profissionais do fogo para o que fazem melhor. Podiam, por exemplo, abrir caminhos – sim, ouvimos, todos os anos, falar da falta de acessos que dificulta o trabalho dos bombeiros. Ou ajudar a evacuar populações, animais, alimento para estes, enfim, um sem número de coisas.

Sem falar no papel importantíssimo que poderiam ter na vigilância para evitar – ou minorar – a existência de incêndios. Se passassem uma boa parte do verão em exercícios nas nossas zonas florestais, com patrulhas noturnas que incluíssem, por exemplo, drones com câmaras de deteção de calor, incêndios e incendiários seriam muito mais facilmente detetados e, sobretudo, bem mais rapidamente. Mas, claro, “não é essa a função deles”.

Vemos, também, todos os anos, populares a tentarem combater as chamas que se aproximam das suas casas e bens, enquanto esperam pela chegada dos profissionais. Ora não seria uma boa ideia dar alguma formação a populações de áreas em risco? Mostrar-lhe como usar os seus esforços de um modo mais eficaz e menos perigoso? Mas é claro que os que mandam rejeitam logo esta opção porque... civis não são bombeiros.

Como último detalhe deste tema, sempre achei que uma boa parte da culpa de tantos incêndios se deve ao tudo ou nada dos ambientalistas. Ao contrário de muitos países europeus, não desfrutamos das nossas zonas florestadas, uma vez que não há caminhos, trilhos para bicicletas, zonas periódicas com assentos e um local para fazer lume, ou seja, elementos que nos façam sentir que a floresta é nossa. Pior ainda, acabaram com muitas atividades em parques nacionais que ajudavam imenso a reduzir o mato – cabras, por exemplo, ou porcos, limpam qualquer terreno em menos de nada.

Passando à saúde, vemos exatamente a mesma atitude em relação à suposta falta de pessoal que leva ao fecho de Urgências, sobretudo na área dos Partos. O grande argumento é que não é possível ter equipas com todas as valências e que a sua não presença poria em perigo as utentes.

Ou seja, ir para um hospital sem uma equipa completa é mais perigoso do que ter uma criança numa ambulância dos Bombeiros – ou na rua, como vimos bem recentemente? Já agora, e no seguimento do post da semana passada sobre dados – ou a falta deles – muito gostaria de saber quantas vezes é que a tal equipa com todas as valências tem de intervir!

Já não falo em criar um curso de parteiras, à semelhança do que se passa em inúmeros países europeus, mas será que as enfermeiras atuais, com o seu curso de cinco anos, não podem lidar com a maior parte dos partos? É claro que isso iria beliscar a “importância” do papel dos médicos...

Muito francamente, acho, há muito, que os hospitais subvalorizam o papel das enfermeiras – já agora, uso o feminino porque é mais tradicional... Agem como se estivéssemos ainda na época em que era um curso bastante curto e não uma licenciatura como o é atualmente. Sem contar que talvez fosse boa ideia criar uma série de cursos de menor duração para funções específicas – bom, quando o Passos Coelho o quis fazer para instrumentistas, ou seja, enfermeiras cuja única função seria cuidar dos instrumentos cirúrgicos e passá-los a quem os pedisse durante uma cirurgia, caíram-lhe todos em cima.

E porque não tornar o curso de medicina – e o de enfermagem – mais práticos, como acontece em vários países em que a parte puramente teórica é bem mais curta, mas o curso só fica concluído após mais uns anos de internato e estudo (com exames). Mas não, a atitude vigente ficou bem ilustrada com o que se passou durante o auge da pandemia, com a indignação gerada por haver alunos do quinto ano de medicina a fazerem triagem.

Ou seja, achamos, como país, que só se deve agir quando estão reunidas todas, mas mesmo todas as condições consideradas ideais. Caso falte alguma... bom, nada se faz porque se poderia pôr em perigo a população. Talvez seja altura de relembrar a velha expressão “o ótimo é o inimigo do bom”. Mas, pensando bem, se fôssemos menos “perfeccionistas” teríamos de nos mexer mais, agir, fazer pela vida... assim, temos uma boa desculpa para a inércia.

Para a semana: Vira o disco e toca o mesmo. Acusava-se o PCP de "usar a cassete", infelizmente não são os únicos.

26
Ago22

47 - A eterna praga dos incêndios!

Luísa

Para variar, estamos novamente em plena época de incêndios, devastadores para as populações dessas áreas e para o país em geral.

E voltamos a ver pessoas sem a menor formação para isso a tentarem ajudar no seu combate, numa tentativa desesperada de salvarem pelo menos parte dos seus bens. E voltamos a ouvir a eterna conversa de falta de meios, de dificuldades de acesso, de falhas do sistema de comunicações, de suspeitos de fogo posto detidos, enfim, um vira o disco e toca o mesmo que, infelizmente, já se arrasta há anos.

Para mim, uma das causas desta triste situação está no que eu chamo, por falta de um termo melhor, de “preconceitos” de quem nos governa, da comunicação social em geral e da usual gente bem pensante.

Ora vamos por partes.

Vim para Portugal já em plena década de 80 e só algum tempo depois comecei a prestar atenção a este problema recorrente. Ora nos primeiros anos em que acompanhei o assunto, a culpa dos incêndios era claríssima para políticos, jornalistas e comentadores em geral: os madeireiros!

Sim, esses repelentes capitalistas pagavam para que incendiassem florestas a fim de poderem comprar a madeira ardida por baixíssimo preço. Provas? Nenhumas, obviamente. O que não impediu que se gastasse imenso dinheiro a criar parques para essa madeira, comprada com o dinheiro dos contribuintes, claro, para além de um sem fim de regras e leis.

Curiosamente, os incêndios continuaram, chegando até a surgir em zonas já quase totalmente ardidas e onde qualquer aproveitamento do que sobrevivesse seria de lucro mais do que duvidoso.

Culpado seguinte? Os eucaliptos! Da maneira como falavam, quase dava a sensação de que entravam em combustão espontânea, pegando fogo a tudo e mais alguma coisa. Houve o usual choro e ranger de dentes, queria-se a proibição geral e imediata do seu cultivo – apesar do seu fortíssimo contributo para a economia deste país – enfim, histeria até dizer chega.

Estranhamente, ninguém chamou a atenção para o pequeno detalhe de que eucaliptais privados, pertencentes a empresas de papel ou a quem para elas vendia, não ardiam, isto apesar de ficarem muitas vezes totalmente cercados de matas públicas, que, essas sim, ardiam totalmente, com ou sem eucaliptos.

Mas, em vez de tentar perceber porquê, ver o que essas empresas faziam para impedir a catástrofe, preferiu-se restringir o dito eucalipto.

Infelizmente, a catástrofe continuou a repetir-se, ano após ano, com gravíssimas consequências, incluindo mortos e feridos. E, espanto dos espantos, muitos desses incêndios eram em zonas onde nem eucaliptos havia!

Mas continua a perdurar a ideia de que os fogos surgem “por obra e graça do Espírito Santo” e, mais recentemente, com a ajuda do aquecimento global, ou antes, das alterações climáticas, apesar de surgirem, na sua maioria, de madrugada – que, como todos nós sabemos, é o período mais quente do dia...

E continua-se a falar em ordenamento do território e limpeza das florestas e compram-se a preço de ouro meios aéreos antiquados e nada adequados ao nosso país – primeiro, os célebres Kamov, agora uns Canadair, que até são ótimos, se forem bem escolhidos. Mas, na prática, nada se faz.

Veja-se a limpeza de florestas e matos. Os privados fazem-no, que remédio, apesar de muitos não terem forças para isso e, mesmo que pudessem pagar, o que é muito duvidoso, dificilmente arranjariam quem o fizesse por eles. Mas, e o que é do Estado?

Bem sei que a maior parte desse tipo de terrenos está nas mãos de pequenos proprietários, só que têm muitas vezes por perto terrenos que são públicos e que são deixados ao abandono.

Lembro-me do caso de um casal algures no norte que tinha uma floresta pública mesmo junto às traseiras da sua propriedade. Começou a exigência da limpeza de matos, fizeram-na no que era seu, só que tinham mato altíssimo mesmo junto ao seu muro – uma pequena faísca e de nada lhes valeria terem cumprido as regras. Após inúmeras tentativas, em vão, de resolução do caso, optaram por limpar uma faixa de 3 metros junto ao muro. Pois bem, aí já houve celeridade, surgiu logo a GNR a multá-los por terem “cortado coisas” em terras públicas!

Os acessos são outro problema perene. Mas se uma Câmara, uma Junta, tentar abrir caminhos como deve ser, caem-lhes logo em cima porque estão a estragar a natureza e a dar acesso fácil aos incendiários – sim, pelos vistos, não haver acessos tem-nos impedido de atear fogos!

Junte-se a isso, como o meu pai sempre dizia e alguém lembrou recentemente, que o mapa de zonas de alerta máximo serve, basicamente, para que os ditos incendiários saibam onde poderão operar com o máximo sucesso.

Para mim, há algumas medidas que urge tomar.

Primeiro, abrir o acesso a matos e florestas. Havendo caminhos e locais preparados para piqueniques ou mero descanso, como há, nomeadamente, na Alemanha, a população da zona começa a ver esses terrenos um pouco como seus, como algo de que pode desfrutar. Sem contar que o trabalho dos bombeiros fica muito mais facilitado.

Mais ainda, porque não voltar a uma prática medieval que voltou a estar na moda em Inglaterra e que é a criação de porcos nas florestas? Como são animais inteligentes, basta criar estruturas para colocação de alguma ração nas bordas das ditas, tocando uma sineta diariamente à mesma hora, e eles surgem logo a correr. No resto do dia, procuram alimento por conta própria, revolvendo o mato e matando-o eficazmente.

Segundo, no seguimento do que disse no post anterior, a criação de pequenas albufeiras ou reservatórios para água da chuva, e não só, que possam também dar apoio ao combate a incêndios, evitando assim as longas deslocações e esperas para que os carros de bombeiros se possam abastecer.

Terceiro, a compra de meios aéreos adequados ao tipo de incêndios que temos e a responsabilização pessoal (e financeira) de quem tem tomado as catastróficas decisões que todos conhecemos.

Quarto, e importantíssimo, a profissionalização total dos bombeiros. Sim, há sempre lugar para a existência de bombeiros voluntários, mas como complemento de um grupo nuclear profissional. Podia, por exemplo, funcionar em paralelo com o serviço militar, dando uma outra opção similar.

E, como as populações acabam sempre por ter de participar ativamente no combate a incêndios nas zonas em que residem, que tal dar-lhes também alguma formação nessa área? Assim, seriam bem mais eficazes e correriam muito menos perigo. Haveria ainda a vantagem de poderem fazer o chamado apoio de retaguarda, deixando as frentes ativas para quem o faz profissionalmente.

Temos ainda os incendiários e as “penas suficientes”, segundo alguém do atual Governo. Pois, as penas são tão graves que a maioria dos detidos são mais do que reincidentes. E, atenção, detido não significa condenado, há sempre a falta de provas... Como um jovem que há uns anos foi apanhado três vezes, de madrugada, a andar de mota muito perto da zona onde estava a começar um grande incêndio e nada lhe aconteceu, estava só a passear...

E caso não o saibam, o jovem que ateou um grande incêndio na Madeira, em que morreu gente, foi condenado em 2017 a 14 anos de cadeia, o que significa que deve estar a sair, pronto para outra.

Só mais um detalhe, como a vigilância florestal seria economicamente incomportável, que tal pormos as nossas Forças Armadas a acamparem durante o verão em várias zonas do país? Teriam um acampamento base em cada uma dessas áreas, de onde sairiam diariamente em patrulha diurna – e, sobretudo, noturna. Faziam exercício, apanhavam ar puro e contribuíam para o bem-estar do país que os sustenta. E podiam, até, testar o uso de drones para vigilância.

Para a semana: E o problema é o aborto nos EUA! – A decisão do Supremo dos EUA é mais importante que não haver onde dar à luz em Portugal...

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